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	<title>Artigos &#8211; Paróquia Nossa Senhora de Fátima</title>
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	<description>Pérola/PR</description>
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	<title>Artigos &#8211; Paróquia Nossa Senhora de Fátima</title>
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		<title>HISTÓRIA DA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA &#124; PÉROLA PR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paróquia Nossa Senhora de Fátima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jun 2021 11:59:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[HISTÓRIA DA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA DE PÉROLA-PR Aqui você confere, na íntegra, o texto sobre a história da nossa Paróquia, preparado pelo Pe. Marcio para o Informativo Diocesano de maio de 2021. Porém, a equipe do I.D., alegando falta de espaço na página, fez um corte que, infelizmente, deixou o texto mutilado, omitindo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">HISTÓRIA DA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA DE PÉROLA-PR</p>
<p style="text-align: justify"><em>Aqui você confere, na íntegra, o texto sobre a história da nossa Paróquia, preparado pelo Pe. Marcio para o Informativo Diocesano de maio de 2021. Porém, a equipe do I.D., alegando falta de espaço na página, fez um corte que, infelizmente, deixou o texto mutilado, omitindo dois períodos importantes da nossa história: o período em que estiveram conosco os padres das Missões Estrangeiras de Paris e os padres da Sociedade Missionária “Boa Nova”. E também, o texto publicado pelo Informativo Diocesano não menciona o trabalho das religiosas. </em></p>
<p style="text-align: center">PRIMÓRDIOS</p>
<p style="text-align: justify">No início, a vivência da Fé em comunidade resumia-se à reunião de duas ou mais famílias para a reza dos terço.</p>
<p style="text-align: justify">A visita dos primeiros padres deu-se em 1957, quando os freis capuchinhos de Cruzeiro do Oeste passaram a atender a comunidade. As Missas, nesta época, eram campais, pois não havia ainda capela.</p>
<p style="text-align: justify">Em 1958, foram construídas as duas primeiras salas de aula, que passaram a ser utilizadas também para a celebração da Eucaristia. As Missas eram celebradas a cada dois meses.</p>
<p style="text-align: justify">Com a criação da paróquia São Francisco de Assis, de Umuarama, a comunidade de Pérola passou a receber visitas mensais dos freis capuchinhos. Nesta época, surgiram alguns movimentos como: Congregação Mariana, Apostolado da Oração, Filhos de Maria e Cruzada Eucarística.</p>
<p style="text-align: justify">Em 1961, foi construída a primeira capela, um amplo templo de madeira. Levou quatro meses para ser construída, e serviu à comunidade por mais de uma década.</p>
<p style="text-align: center">CRIAÇÃO DA PARÓQUIA E A PRESENÇA DOS PADRES DE SÃO TIAGO</p>
<p style="text-align: justify">Com o crescimento e desenvolvimento rápido da região, deu-se a criação da paróquia Nossa Senhora de Fátima, no dia 29 de junho de 1963, quando ainda pertencia à Diocese de Campo Mourão.</p>
<p style="text-align: justify">O primeiro pároco foi o Pe. Armando Philippe, da Sociedade dos Padres de São Tiago, francês recém-chegado da França. Pe. Armando exerceu a sua função de pároco até o ano de 1967.</p>
<p style="text-align: justify">Com a transferência do Pe. Armando Philippe, Pe. José Rello assume a paróquia, e é auxiliado pelo Pe. Manoel Cicquello. Neste período, houve grande investimento na formação de “equipes de jovens”. Uma cancha de esportes foi construída, ao lado da antiga igreja matriz, e teatros eram realizados com o objetivo de atrair os jovens.</p>
<p style="text-align: justify">Naqueles primórdios, a paróquia de Pérola abrangia Altônia, São Jorge do Patrocínio, Esperança Nova, Elisa e Casa Branca.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>O embrião dos atuais Grupos de Reflexão</strong></p>
<p style="text-align: justify">Em 1968, o padre francês João Daniel assumiu a paróquia, como pároco, e iniciou o trabalho com as “equipes de casais”. Os casais se reuniam para discutir temas que faziam a ligação entre Fé e vida, e ajudavam as famílias a se conscientizarem a respeito de coisas como alimentação, higiene, saúde etc. Os temas, inicialmente, eram preparados pela diocese de Campo Mourão.</p>
<p style="text-align: justify">Com o Pe. João Daniel teve início também a construção da atual igreja matriz.</p>
<p style="text-align: justify">Em 1972, Pe. João é substituído pelo Pe. Teodoro Briend, também dos Padres de São Tiago, que deu continuidade à construção de igreja matriz, sendo que, em 12 de maio de 1974, foi possível celebrar a primeira Missa dentro do novo templo.</p>
<p style="text-align: justify">Pe. Teodoro, contando com o auxílio de um vigário, Pe. Arcênio, deu continuidade ao trabalho com os grupos de reflexão e dedicou-se à formação das Comunidades Eclesiais de Base, o que fez com que mais e mais pessoas tivessem uma participação ativa na Igreja. E a paróquia continuou investindo na formação de grupos de jovens. Houve também a implantação do Dízimo, conforme orientação da Diocese de Umuarama.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>A presença das Religiosas</strong></p>
<p style="text-align: justify">As primeiras religiosas que atuaram na Paróquia de Pérola chegaram no ano de 1964: As Irmãs da congregação da de São Carlos de Lyon. No princípio, a Irmãs ficaram encarregadas do Colégio “São Carlos” (desativado em 1968), da Catequese, e davam curso de corte e costura. Depois, seguiram cooperando nos trabalhos pastorais, mas dedicando-se, sobretudo, à Catequese, até o ano de 2005, quando deixaram a paróquia.</p>
<p style="text-align: center">PRESENÇA DOS PADRES DAS MISSÕES ESTRANGEIRAS DE PARIS</p>
<p style="text-align: justify">Em 1977, os Padres de São Tiago foram substituídos pelos Padres das Missões Estrangeiras de Paris, que atuaram por um breve período de tempo – até 1982, mas de intensa atividade pastoral. Era o auge das Comunidades Eclesiais de Base.</p>
<p style="text-align: justify">O período foi marcado pela atuação de dois párocos franceses, Pe. João Luís Purguy e Dom Pedro Urkia (Pe. Pedro), que contaram com o auxílio de padres diocesanos: Pe. José Augusto Alves (in memoriam), Pe. Claudir Martinelli e Pe. Paulo Mariano Mendonça.</p>
<p style="text-align: center">PRESENÇA DOS PADRES DA SOCIEDADE MISSIONÁRIA “BOA NOVA”</p>
<p style="text-align: justify">Os padres da Sociedade Missionária “Boa Nova” – padres portugueses – iniciaram sua missão, nesta paróquia, em janeiro de 1983, com a posse do Pe. Francisco Mayor Sequeira. Um mês depois, tomou posse, como vigário paroquial, Pe. Antônio Luís da Silva Martins, que também foi pároco entre novembro de 1994 e fevereiro de 2001, quando voltou à Portugal, encerrando o período de 18 anos de presença dos padres portugueses nesta comunidade paroquial.</p>
<p style="text-align: justify">Os padres da “Boa Nova” trabalharam em sintonia com o Plano Diocesano da Ação Evangelizadora, dando continuidade ao trabalho com as Comunidades Eclesiais de Base e à formação dos Agentes de Pastoral, através de encontros, retiros, cursos bíblicos e escola doutrinal.</p>
<p style="text-align: justify">Neste período, contando com o empenho do Pe. Antônio Martins, organizou-se a Associação Cultural de Pérola, através da qual conseguiu-se a autorização do Ministério da Comunicações para a instalação de uma Rádio Comunitária no município – A Rádio Boa Nova.</p>
<p style="text-align: center">OS PADRES DIOCESANOS ASSUMEM A PARÓQUIA</p>
<p style="text-align: justify">No ano de 2001 a paróquia de Pérola é entregue aos cuidados dos padres diocesanos, sendo o primeiro pároco Pe. João Mendes Pereira Filho (até 2003). Os outros párocos, no período: Pe. Jorge Pursino dos Santos (2003-2008); Pe. Dirceu Baccaro (2008-2016); Pe. Marcos Antônio de Oliveira, atual pároco. Os vigários paroquiais: Pe. Claudemir Afonso Capriolli, Pe. Sérgio Aparecido Galetti, Pe. Carlos Alberto Rampani e Pe. Marcio Luiz Priori.</p>
<p style="text-align: justify">Logo no início deste período houve a reorganização dos setores da paróquia, na área urbana, o que ampliou o número de agentes de pastoral e estimulou a participação de mais pessoas nos grupos e comunidades. Organizou-se também a Pastoral do Dízimo, o que permitiu que a paróquia conquistasse a sua autonomia financeira, aos menos no que tange às despesas ordinárias.</p>
<p style="text-align: justify">A caminhada desta parcela do Povo de Deus ganhou um reforço com a ordenação dos diáconos permanentes: Diác. Pedro Lopes Vieira (Diác. Pedrinho) e Diác. Orlando Biaca (in memoriam), ordenados no dia 20 de julho de 2009; Diác. Geraldo Osmir Alves, ordenado em 14 de novembro de 2012; e do Diác. Antônio de Almeida Mangini, ordenado no dia 11 de agosto de 2017.</p>
<p style="text-align: justify">Importante também foi a construção da igreja Nossa Senhora de Lourdes e São João Evangelista, em alvenaria e mais ampla, na Vila Progresso, na cidade de Pérola, cujo início se deu em 2013, e o término em 2017, dando um novo impulso à caminhada das comunidades daquele setor. Nesta igreja, celebra-se a Eucaristia duas vezes por semana.</p>
<p style="text-align: justify">A paróquia de Pérola é composta ainda por dez capelas rurais, onde se celebra a Eucaristia ao menos uma vez por mês: São Mateus (saída da Jaguaretê); São Pedro (saída para Altônia); Nossa Senhora do Rosário (Graúna); Nossa Senhora do Rocio (Xapé); Santa Luzia (saída para Cafezal); Sagrado Coração de Jesus (Pindorama); Corpo de Cristo (Três Vendas); São Henrique (Rodovia Pérola-Altônia); São José (Gávea) e Nossa Senhora Aparecida (Corcovado). Além das capelas mencionadas, a Vila Rural conta com a Celebração Eucarística uma vez ao mês.</p>
<p style="text-align: justify">Marcou também este período a realização dos Acampamentos, a partir do ano de 2017, em sintonia com a caminhada das CEBs, o que injetou novo ânimo em muitas pessoas que já caminhavam, e também despertou novas lideranças e novos participantes para as comunidades, como também para as Pastorais e os  Movimentos de Igreja, em especial para a Renovação Carismática Católica.</p>
<p style="text-align: justify">No ano do Jubileu Diocesano, a Paróquia de Pérola estará comemorando 60 anos de existência e de trabalho em prol do Reino de Deus, de muita dedicação de padres, religiosas, diáconos, e de fiéis leigos e leigas, em número tão grande que seria impossível nomeá-los todos aqui. Mas todos estão no coração de Deus, que tem abençoado grandemente esta comunidade paroquial, que segue firme, mesmo num momento difícil como este que estamos atravessando devido à pandemia do novo coronavírus. Portanto, é só gratidão a Deus pela grande caminhada de Fé que marcou a vida desta paróquia e de toda a nossa querida Diocese de Umuarama.</p>
<p style="text-align: right">Colaboração: Pe. Marcio Luiz Priori</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ADVENTO &#124; significado e origem</title>
		<link>https://site.padroeiraperola.com.br/advento-significado-e-origem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paróquia Nossa Senhora de Fátima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Nov 2019 13:21:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[ADVENTO Receber uma visita é uma arte que uma dona de casa exercita com frequência. E quando o visitante é ilustre os preparativos são mais exigentes. Imagine o leitor que numa Missa de domingo seu pároco anunciasse a visita pastoral do bispo diocesano, acrescida de uma particularidade: um dos paroquianos seria escolhido à sorte para]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>ADVENTO</strong></p>
<p style="text-align: justify">Receber uma visita é uma arte que uma dona de casa exercita com frequência. E quando o visitante é ilustre os preparativos são mais exigentes. Imagine o leitor que numa Missa de domingo seu pároco anunciasse a visita pastoral do bispo diocesano, acrescida de uma particularidade: um dos paroquianos seria escolhido à sorte para receber o prelado em sua casa, para almoçar, após a Missa.</p>
<p style="text-align: justify">Certamente, durante alguns dias, tudo no lar da família eleita se voltaria para a preparação de tão honrosa visita. A seleção do menu, para o almoço, o que melhorar na decoração do lar, que roupas usar nessa ocasião única. Na véspera, uma arrumação geral na casa seria de praxe, de modo a ficar tudo eximiamente ordenado, na expectativa do grande dia.<br />
Essa preparação que normalmente se faz, na vida social, para receber um visitante de importância, também é conveniente fazer-se no campo sobrenatural. É o que ocorre, no ciclo litúrgico, em relação às grandes festividades, como, por exemplo, o Natal. A Santa Igreja, em sua sabedoria multissecular, instituiu um período de preparação, com a finalidade de compenetrar todas as almas cristãs da importância desse acontecimento e proporcionar-lhes os meios de se purificarem para celebrar essa solenidade dignamente.</p>
<p style="text-align: justify">Esse período é chamado de Advento.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Significado do termo</strong><br />
Advento &#8211; adventus, em latim &#8211; significa vinda, chegada. É uma palavra de origem profana que designava a vinda anual da divindade pagã, ao templo, para visitar seus adoradores. Acreditava-se que o deus cuja estátua era ali cultuada permanecia em meio a eles durante a solenidade. Na linguagem corrente, significava também a primeira visita oficial de um personagem importante, ao assumir um alto cargo. Assim, umas moedas de Corinto perpetuam a lembrança do adventus augusti, e um cronista da época qualifica de adventus divi o dia da chegada do Imperador Constantino. Nas obras cristãs dos primeiros tempos da Igreja, especialmente na Vulgata, adventus se transformou no termo clássico para designar a vinda de Cristo à terra, ou seja, a Encarnação, inaugurando a era messiânica e, depois, sua vinda gloriosa no fim dos tempos.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Surgimento do Advento cristão</strong><br />
Os primeiros traços da existência de um período de preparação para o Natal aparecem no século V, quando São Perpétuo, Bispo de Tours, estabeleceu um jejum de três dias, antes do nascimento do Senhor. É também do final desse século a &#8220;Quaresma de São Martinho&#8221;, que consistia num jejum de 40 dias, começando no dia seguinte à festa de São Martinho.<br />
São Gregório Magno (590-604) foi o primeiro papa a redigir um ofício para o Advento, e o Sacramentário Gregoriano é o mais antigo em prover missas próprias para os domingos desse tempo litúrgico.</p>
<p style="text-align: justify">No século IX, a duração do Advento reduziu-se a quatro semanas, como se lê numa carta do Papa São Nicolau I (858-867) aos búlgaros. E no século XII o jejum havia sido já substituído por uma simples abstinência.</p>
<p style="text-align: justify">Apesar do caráter penitencial do jejum ou abstinência, a intenção dos papas, na alta Idade Média, era produzir nos fiéis uma grande expectativa pela vinda do Salvador, orientando-os para o seu retorno glorioso no fim dos tempos. Daí o fato de tantos mosaicos representarem vazio o trono do Cristo Pantocrator. O velho vocábulo pagão adventus se entende também no sentido bíblico e escatológico de &#8220;parusia&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">O Advento nas Igrejas do Oriente<br />
Nos diversos ritos orientais, o ciclo de preparação para o grande dia do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo formou-se com uma característica acentuadamente ascética, sem abranger toda a amplitude de espera messiânica que caracteriza o Advento na liturgia romana.</p>
<p style="text-align: justify">Na liturgia bizantina destaca-se, no domingo anterior ao Natal, a comemoração de todos os patriarcas, desde Adão até José, esposo da Santíssima Virgem Maria. No rito siríaco, as semanas que precedem o Natal chamam-se &#8220;semanas das anunciações&#8221;. Elas evocam o anúncio feito a Zacarias, a Anunciação do Anjo a Maria, seguida da Visitação, o nascimento de João Batista e o anúncio a José.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>O Advento na Igreja Latina</strong><br />
É na liturgia romana que o Advento toma o seu sentido mais amplo.</p>
<p style="text-align: justify">Muito diferente do menino pobre e indefeso da gruta de Belém, nos aparece Cristo, no primeiro domingo, cheio de glória e esplendor, poder e majestade, rodeado de seus Anjos, para julgar os vivos e os mortos e proclamar o seu Reino eterno, após os acontecimentos que antecederão esse triunfo: &#8220;Haverá sinais no Sol, na Lua e nas estrelas; e, na Terra, angústia entre as nações aterradas com o bramido e a agitação do mar&#8221; (Lc 21, 25).</p>
<p style="text-align: justify">&#8220;Vigiai, pois, em todo o tempo e orai, a fim de que vos torneis dignos de escapar a todos estes males que hão de acontecer, e de vos apresentar de pé diante do Filho do Homem&#8221; (Lc 21, 36). É a recomendação do Salvador.</p>
<p style="text-align: justify">Como ficar de pé diante do Filho do Homem? A nós cabe corar de vergonha, como diz a Escritura. A Igreja assim nos convida à penitência e à conversão e nos coloca, no segundo domingo, diante da grandiosa figura de São João Batista, cuja mensagem ajuda a ressaltar o caráter penitencial do Advento.</p>
<p style="text-align: justify">Com a alegria de quem se sente perdoado, o terceiro domingo se inicia com a seguinte proclamação: &#8220;Alegrai-vos sempre no Senhor. De novo eu vos digo: alegrai-vos! O Senhor está perto&#8221;. É o domingo Gaudete. Estando já próxima a chegada do Homem-Deus, a Igreja pede que &#8220;a bondade do Senhor seja conhecida de todos os homens&#8221;. Os paramentos são cor-de-rosa.</p>
<p style="text-align: justify">No quarto domingo, Maria, a estrela da manhã, anuncia a chegada do verdadeiro Sol de Justiça, para iluminar todos os homens. Quem, melhor do que Ela, para nos conduzir a Jesus? A Santíssima Virgem, nossa doce advogada, reconcilia os pecadores com Deus, ameniza nossas dores e santifica nossas alegrias. É Maria a mais sublime preparação para o Natal.</p>
<p style="text-align: justify">Com esse tempo de preparação, quer a Igreja ensinar-nos que a vida neste vale de lágrimas é um imenso advento e, se vivermos bem, isto é, de acordo com a Lei de Deus, Jesus Cristo será nossa recompensa e nos reservará no Céu um belo lugar, como está escrito: &#8220;Coisas que os olhos não viram, nem os ouvidos ouviram, nem o coração humano imaginou, tais são os bens que Deus tem preparado para aqueles que O amam&#8221; (1Cor 2, 9).</p>
<p>______________________</p>
<p><em>Fonte: Pe. Mauro Sérgio da Silva Izabel, EP (para o site: www.gaudiumpress.org)</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Sacramento da Eucaristia</title>
		<link>https://site.padroeiraperola.com.br/o-sacramento-da-eucaristia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paróquia Nossa Senhora de Fátima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 16:57:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Os sacramentos da iniciação são três: o Batismo, a Confirmação e a Eucaristia. Este último sacramento é “a fonte e o ápice de toda a vida cristã”. Nele está tanto o clímax da ação pela qual Deus santifica os homens, quanto do culto que estes prestam a Deus. Já no século 2 d.C., Santo Irineu]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Os sacramentos da iniciação são três: o Batismo, a Confirmação e a Eucaristia. Este último sacramento é “a fonte e o ápice de toda a vida cristã”. Nele está tanto o clímax da ação pela qual Deus santifica os homens, quanto do culto que estes prestam a Deus. Já no século 2 d.C., Santo Irineu dizia: “nossa maneira de pensar concorda com a Eucaristia, e a Eucaristia, por sua vez, confirma nossa maneira de pensar”. Neste sacramento celebramos a nossa vocação, a comunhão com Deus e com os homens.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>O nome do sacramento</strong></p>
<p style="text-align: justify">Assim como nos outros sacramentos, a Eucaristia apresenta uma diversidade de nomes sempre tentando revelar a riqueza de seu conteúdo. O Catecismo da Igreja Católica (CIC) apresenta oito nomes para este sacramento: Eucaristia, Ceia do Senhor, Fração do Pão, Assembleia Eucarística, Memorial da Paixão e Morte do Senhor, Santo Sacrifício, Santa e Divina Liturgia, Comunhão e Santa Missa. Destes, dois aparecem no Novo Testamento: Ceia do Senhor e Fração do Pão. Os outros vão sendo introduzidos na medida em que vai crescendo a consciência da Igreja sobre a realidade do sacramento.</p>
<div id="attachment_24043" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-24043" decoding="async" fetchpriority="high" class="wp-image-24043 size-large" src="https://site.padroeiraperola.com.br/midia/2018/12/IMG_8455-1024x683.jpg" alt="O Sacramento da Eucaristia 1" width="900" height="600" title="O Sacramento da Eucaristia 1"><p id="caption-attachment-24043" class="wp-caption-text">Padre Marcio durante celebração Eucarística, na Igreja Matriz (Pérola)</p></div>
<p style="text-align: justify"><strong>A Eucaristia no Novo Testamento</strong></p>
<p style="text-align: justify">A celebração da Eucaristia nasce da ceia que o Senhor celebrou com os apóstolos na noite em que foi entregue. Dela temos quatro narrações: Mt 26,26-29; Mc 14,22-25; Lc 22,15-20; ICor 11,23-26. Em todos os quatro relatos aparece a ordem do Senhor de “fazer memória” de sua entrega na Cruz, ou seja, o caráter de instituição da celebração deste sacramento. São Paulo nos fala da Eucaristia em ICor 10,14-22 e em ICor 11,17-34. Nestes textos, aparece a fé da Igreja primitiva de que, por meio do pão e do vinho, se entra em comunhão com o Mistério Pascal de Cristo. São João trata do tema da Eucaristia em Jo 6. Ele apresenta a Eucaristia como o Corpo de Cristo entregue, por amor, para a salvação do mundo.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>A Eucaristia na história</strong></p>
<p style="text-align: justify">Segundo o relato de São Justino, no século 2, a estrutura da celebração constava da liturgia da palavra (com as leituras, a homilia e a oração universal) e a liturgia eucarística (com a apresentação do pão e do vinho, a ação de graças consecratória e a comunhão). Durante os séculos a celebração foi se desenvolvendo dentro destes dois núcleos básicos. Atualmente, a liturgia da missa se estrutura de acordo com estes testemunhos mais antigos, na qual a liturgia da palavra e a eucarística formam um só momento de culto.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>As cinco dimensões da Eucaristia</strong></p>
<p style="text-align: justify">O CIC nos apresenta cinco dimensões interligadas da Eucaristia: ela é a ação de graças ao Pai; o memorial sacrifical de Cristo e de seu Corpo; a presença de Cristo; o banquete pascal; e o penhor da glória futura. A Eucaristia é uma bênção de ação de graças, na qual a Igreja exprime seu reconhecimento ao Pai pelos seus benefícios: a criação, a redenção e a santificação. A Igreja unida pelo Espírito ao Cristo pode participar do louvor ininterrupto que Ele presta ao seu Pai.</p>
<p style="text-align: justify">A Eucaristia é o memorial de Cristo, pois por meio dela se torna presente o único sacrifício de Cristo pelos homens e se faz atuante, aplicando no hoje os seus frutos. Quando a Igreja celebra este sacramento, ela participa da oferta de Cristo e vive sua dimensão oferente, ou seja, ela mesma se oferece na vida, nos sofrimentos, no louvor, na oração e no trabalho de seus fiéis.</p>
<p style="text-align: justify">O modo da presença de Cristo no sacramento da Eucaristia é único e está acima de todos os outros sacramentos. Nela Jesus se faz presente em corpo e sangue, alma e divindade.  O Concílio de Trento afirma: “pela consagração do pão e do vinho opera-se a mudança de toda a substância do pão na substância do Corpo de Cristo Nosso Senhor e de toda a substância do vinho na substância do seu Sangue; esta mudança, a Igreja católica denominou-a com acerto e exatidão transubstanciação”.</p>
<p style="text-align: justify">A Eucaristia é, ainda, o banquete Pascal de Cristo. Ela é a memória da intervenção salvífica de Deus em Jesus; é a vivência da comunhão com Cristo no hoje; é a figura do festim celeste que nos espera na casa do Pai. Assim, celebrar a Eucaristia nos coloca diante da história das intervenções de Deus e nos encaminha para a consumação de tudo em sua glória.</p>
<p style="text-align: justify">Por último, ela é o penhor da glória futura. Ela nos antecipa as realidades últimas, pois a vinda final de Jesus com poder e glória e nossa entrada definitiva no Reino Celeste são anunciadas e antecipadas misteriosamente na celebração. O Corpo de Cristo marca a presença atuante daquele que um dia virá para nos apresentar a seu Pai.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Os frutos da Eucaristia</strong></p>
<p style="text-align: justify">O CIC aponta cinco frutos da recepção da Eucaristia. O primeiro é o aumento da nossa união com Cristo, pois Ele mesmo disse que quem come sua carne e bebe seu Sangue permanece n’Ele (Cf. Jo 6,56). O segundo fruto é a separação do pecado, pois a Eucaristia nos alimenta e aumenta em nós a caridade e as forças na luta contra o mal. Comungando do Corpo do Senhor, cresce nossa comunhão com Ele e com os outros cristãos que comungam também, pois o Espírito pele Eucaristia nos torna um só Corpo, o Corpo místico de Cristo – este é o terceiro fruto. O quarto é a concretização da comunhão entre todos os cristãos. De alguma maneira, como os cristãos estão dirigidos ao Cristo; eles se dirigem ao seu corpo eucarístico. Ele é a presença visível daquilo que todos os cristãos buscam: a comunhão com a vida do Senhor. O quinto fruto é aquele no qual a Eucaristia nos compromete com aqueles que estão sofrendo, sobretudo, aqueles que não têm o pão material.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Para aprofundar:</strong></p>
<p style="text-align: justify">Para saber mais sobre o assunto, conferir os parágrafos do CIC, desde o número 1.322 até 1.419; o Compêndio do Catecismo, da pergunta 271 a 294; o Youcat, da pergunta 208 até a 223; e o capítulo II da “Sacrosanctum Concilium”.</p>
<p>_______________________________</p>
<p><em>Texto: VITOR GINO FINELON &#8211; PROFESSOR DAS ESCOLAS DE FÉ E CATEQUESE MATER ECCLESIAE E LUZ E VIDA | Conteúdo extraído hoje, 22/08/18, do site http://arqrio.org/formacao/detalhes/177/o-sacramento-da-eucaristia]</em></p>
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		<title>Atrás de cada presépio há uma leitura do Evangelho</title>
		<link>https://site.padroeiraperola.com.br/atras-de-cada-presepio-ha-uma-leitura-do-evangelho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paróquia Nossa Senhora de Fátima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Dec 2016 14:07:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Presépio é “casa” de Jesus, Maria e José, e, por isso, cabem todos! Tenho encontrado vários presépios, preparados com carinho em lugares diferentes, de forma muito criativa. Na Fazenda da Esperança, em Belém, eu me deparei com um espelho sobre a manjedoura. Todas as pessoas que o veem se sentem provocadas a ser parecidas com]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">Presépio é “casa” de Jesus, Maria e José, e, por isso, cabem todos!</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-1819" src="/wp-content/uploads/2016/12/formacao_atras-de-cada-presepio-ha-uma-leitura-do-evangelho-1024x768.jpg" alt="Atrás de cada presépio há uma leitura do Evangelho 3" width="900" height="675" title="Atrás de cada presépio há uma leitura do Evangelho 3"></p>
<p>Tenho encontrado vários presépios, preparados com carinho em lugares diferentes, de forma muito criativa. Na Fazenda da Esperança, em Belém, eu me deparei com um espelho sobre a manjedoura. Todas as pessoas que o veem se sentem provocadas a ser parecidas com Jesus Menino! E vi presépios feitos por crianças, por sinal, os mais bonitos, vi presépios com mãos de artistas renomados, contemplei presépios nas vitrines do Comércio. Descobri, mais uma vez, que o Espírito Santo inspirou este meio de Evangelização, que atravessa os séculos. Atrás de cada presépio há uma leitura do Evangelho, e atrás de cada leitura do Evangelho há sempre ação do mesmo Espírito Santo que conduz à proclamação do senhorio de Jesus Cristo.</p>
<p>Resolvi, então, montar o meu presépio com palavras, imagens e experiências pessoais e de tanta gente de fé. Nele, como alguns encontrados em cidades mineiras, entra de tudo! Você pode chegar de ônibus ou de carro, há televisão, muito mais animais do que os que estão montados em nossas cidades. A primeira proposta é de que todo mundo pode chegar perto. Presépio é “casa” de Jesus, Maria e José, e, por isso, cabem todos. Venham de todas as partes! Parece-me ouvir o convite feito por Jesus, numa de suas parábolas: “Sai depressa pelas praças e ruas da cidade. Traz para cá os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos. E quando o servo comunicou: Senhor, o que mandaste fazer foi feito, e ainda há lugar, o senhor ordenou ao servo: Sai pelas estradas e pelos cercados, e obriga as pessoas a entrar, para que minha casa fique cheia” (Lc 14, 21-23). Os arredores de Belém de Judá se ampliem para a nossa Belém do Pará, para dizer que as pessoas mais machucadas, ou pecadoras e afastadas, todas são convidadas para compor o presépio. Os presépios que acrescentaram tantas coisas que não existiam no tempo do primeiro deles são sinais de que não parou de chegar gente, e todos os meios de transporte valem!</p>
<p><strong>Venha compor o presépio</strong></p>
<p>Ao presépio de antanho, acorreram pastores que cuidavam de seus rebanhos. Mais tarde, chegaram até sábios do Oriente! Todas as profissões são bem vindas. Jesus precisa de todos. Vamos enfeitar o presépio com uniformes de trabalho, com gente que procura trabalho e emprego, com a mão de obra qualificada pelos dons que Deus concedeu a cada homem e cada mulher. E não podem faltar as crianças, pois é de sua boca que sai o louvor perfeito (Cf. Mt 21, 16). Venham todas, como uma revoada de pássaros, para compor o presépio conosco.</p>
<p>Cada pessoa pode trazer alguma coisa (Cf. Lc 2, 1-20). Nas mãos de alguns estarão as palhas recolhidas pelos campos. E palha para nós expressa nossas palmeiras, nossas florestas e toda a vegetação amazônica! Se alguém quiser, pode trazer um pouco de açaí! O Menino é pequeno, mas Maria e José fazem gosto!</p>
<p>Outros podem trazer a luz, seja do jeito que for. Traga, você também, aquilo que lhe é mais caro, as coisas que atraem seu coração, porque no presépio a linguagem é do coração. Lembra-se daquele brinquedo de criança, ou uma carta, poesia ou canção que até hoje suscita emoção? Traga tudo, com alegria e generosidade, pois há mais alegria em dar do que em receber! (Cf. At 20, 35) Não tenha receio de entrar!</p>
<p>Ah! Alguém pode trazer uma manjedoura (Cf. Lc 2, 7), feita da madeira dura que encontrar por aí! De repente, pode ser um coração duro ou uma cara fechada, que se abre num sorriso e tira lá de dentro a beleza maior que Deus plantou. Serve para fazer o lugar em que Jesus vai repousar.</p>
<p>Podem vir todos os animais, não só o burro e a vaquinha de presépio, esta tão delicada que se tornou modelo de quem aceita tudo! Os animais foram feitos por Deus, e são acolhidos e vêm a ser bem tratados. Com eles, venha a nossa natureza, os bichos das nossas florestas. Tenham lugar entre nós, enfeitem e aqueçam o presépio. Nosso presépio tem também o galo, aquele que deve ter cantado numa das vigílias da noite (Cf. Mc 13,35), tanto que ganhou uma Missa com seu nome. Seu canto nos lembra que Jesus nasceu e nele encontramos todas as pessoas que nos contaram as histórias de Natal, desde a nossa infância, às vezes misturando-as com lendas tão enfeitadas que nos deixavam boquiabertos!</p>
<p><strong>O presépio está pronto</strong></p>
<p>A cena está preparada e podem entrar Maria e José, tão simples e misteriosos! Parecem até tímidos diante de tanta festa! É que a cena dos arredores de Belém se ampliou, pois o mundo todo, por nós representados, está ali, suplicante. De fato “quando se completou o tempo previsto, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sujeito à Lei, para resgatar os que eram sujeitos à Lei, e todos recebermos a dignidade de filhos. E a prova de que sois filhos é que Deus enviou aos nossos corações o Espírito do seu Filho, que clama: Abá, Pai!” (Gl 4, 4- 6). Nosso presépio está preparado, pois os dois, a Virgem escolhida, bendita entre todas as mulheres (Cf. Lc 1, 42), e José, o justo (Cf. Mt 1, 19), viveram de tal forma a aventura da fé que continuam presentes na Igreja e na História, como sinais da preparação ao nascimento de Jesus.</p>
<p>Que venha o Salvador! Que nasça entre nós o Redentor dos homens, do qual não temos medo (Cf. Lc 2, 10). De todos os recantos venham as crianças para levar ao presépio a imagem do Menino Deus. Que sejam abençoadas todas as imagens e as figuras do Menino Jesus feitas por este mundo afora. Ele tem a face de cada povo, expressa o coração de cada raça, torna-se espelho que reflete toda a esperança da humanidade. Ninguém resista a Ele, mas todos se abram ao seu amor e à misericórdia que se faz presente, “pois a graça salvadora de Deus manifestou-se a toda a humanidade. Ela nos ensina a renunciar à impiedade e às paixões mundanas e a viver neste mundo com ponderação, justiça e piedade, aguardando a ditosa esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador, Cristo Jesus. Ele se entregou por nós, para nos resgatar de toda iniquidade e purificar para si um povo que lhe pertença e que seja zeloso em praticar o bem” (Tt 2, 11-14).</p>
<p>Que venham os Anjos, para cantarmos juntos no presépio de hoje e de sempre: “Glória a Deus no mais alto dos céus, e na terra, paz aos homens por ele amados” (Lc 2, 14). O Natal seja verdadeiro e santo!</p>
<p>____________________________</p>
<p>*Texto de Dom Alberto Taveira Corrêa, ao site cancaonova.com.br.<br />
Dom Alberto Taveira foi Reitor do Seminário Provincial Coração Eucarístico de Jesus em Belo Horizonte. Na Arquidiocese de Belo Horizonte foi ainda vigário Episcopal para a Pastoral e Professor de Liturgia na PUC-MG. Em Brasília, assumiu a coordenação do Vicariato Sul da Arquidiocese, além das diversas atividades de Bispo Auxiliar, entre outras. No dia 30 de dezembro de 2009, foi nomeado Arcebispo da Arquidiocese de Belém – PA.</p>
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